Curiosidade bíblica.
A bíblia usa uma força de expressão quando diz em números 14:34 “ segundo os números dos dias em que espiastes a terra,quarenta dias,cada dia representando um ano,..”seria o tempo que Israel caminharia pelo deserto.Cada dia corresponderia a um ano.Se observamos no livro de números 10:11 a bíblia diz” No segundo ano ,no segundo mês,ao vinte do mês,a nuvem se ergueu de sobre o tabernáculo da congregação”. Quando Israel chegou em Cades Bárneia estava no segundo ano de caminhada. Deuteronômio 2:14 confirma claramente “ Os dias que caminhamos,desde o Cades-Barneia até passamos o ribeiro de Zerede foram trinta e oito anos...
DISSE JESUS : " Se eu não tivesse VINDO e não tivesse FALADO para eles,eles não seriam CULPADOS de pecados. Mas agora eles não tem nenhuma DESCULPA do seu próprio PECADO. " JOÃO 15:22
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
domingo, 26 de dezembro de 2010
Não é Bíblico!!!Cena dos Reis Magos Com Cristo num Presépio.Mateus 2:11
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O Pastor Samuel Cavalcante,da Igreja Batista Regular de Currais Novos,em sua pregação na noite de 26 de dezembro de 2010,desfez mais um mito que gira em torno do Natal.A cena do presépio com Cristo deitado numa manjedoura, sendo adorado pelos Reis Magos,não existe na Bíblia.Todos nós levados pela tradição errônea histórica e mais o descuido na leitura da Bíblia, fizeram com que aceitássemos a cena do presépio,como se fosse biblico.Verdade que alguns textos falam em MANJEDOURA, vejam: Lucas 2:7 "...e deitou-o numa MANJEDOURA,porque não havia lugar para eles".Lucas 2:12,os anjos dizem "E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos,e deitados numa MANJEDOURA"Em Lucas 2:16 os pastores vão visitar Jesus ,"E foram apressadamente, e acharam Maria,e José e o menino deitado na MANJEDOURA."Uma leitura bem aguçada de Mateus 2:11,percebe-se que Cristo estava numa CASA,quando recebeu a visita e adoração dos Reis Magos: "E,entrando na CASA,acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se,o adoraram;ofertaram-lhe dádivas:ouro,incenso e mirra".
Isso nos ensina que nem tudo que é nos passado como verdade histórica, devemos receber, sem antes saber de que fonte procede.O espírito dos Bereianos venha a nos conduzir a discenir,ensinamentos e costumes que herdamos de nossos antepassados,que contraria as verdades bíblicas.
Texto : Non Nattus Júnior.
Imagem: Fonte não disponível
Texto : Non Nattus Júnior.
Imagem: Fonte não disponível
domingo, 19 de dezembro de 2010
Pergunta: "Quem foi a esposa de Caim? A esposa de Caim era sua irmã?"
Resposta: A Bíblia não relata especificamente quem foi a esposa de Caim. A única resposta possível é que a esposa de Caim tenha sido sua irmã, sobrinha ou sobrinha-neta, etc. A Bíblia não diz qual a idade de Caim quando matou Abel (Gênesis 4:8). Uma vez que eram ambos fazendeiros, eram provavelmente adultos, possivelmente já com suas próprias famílias. Adão e Eva certamente haviam tido mais filhos além de Caim e Abel na épocaem que Abel foi assassinado – e com certeza tiveram muito mais filhos depois (Gênesis 5:4). O fato de Caim ter temido por sua própria vida depois de ter matado Abel (Gênesis 4:14) indica que provavelmente havia muitos outros filhos e talvez até netos ou bisnetos de Adão e Eva naquele tempo. A esposa de Caim (Gênesis 4:17) era filha ou neta de Adão e Eva.
Como Adão e Eva foram os primeiros (e únicos) seres humanos, seus filhos não tinham outra escolha a não ser o casamento entre si. Neste ponto, Deus não proibiu o casamento dentro de uma mesma família; somente o fez muito mais tarde, quando já havia suficiente número de pessoas para que o casamento dentro da mesma família não fosse mais necessário (Levítico 18-6-18). A razão pela qual o incesto freqüentemente resulta em anormalidades genéticas nos filhos se explica no fato de que duas pessoas de genética semelhante (por exemplo, irmão e irmã), ao terem filhos, os expõem a uma maior probabilidade de defeitos genéticos, pois tanto o pai quanto a mãe têm os mesmos defeitos em seus próprios genes. Quando pessoas de famílias diferentes têm filhos, é altamente improvável que ambos tenham os mesmos defeitos genéticos. O código genético humano tem se tornado altamente “poluído” através dos séculos à medida que os defeitos genéticos vão se multiplicando, ampliando e sendo passados de geraçãoem geração. Adão e Eva não tinham defeitos genéticos, o que permitiu que tanto eles quanto as primeiras gerações de seus descendentes pudessem gozar de uma saúde muito melhor do que a que temos agora. Os filhos de Adão e Eva tiveram poucos defeitos genéticos, se é que os tiveram. Por isso, era seguro que se casassem entre si. Pode parecer estranho ou causar repulsa imaginar a esposa de Caim como sua própria irmã. No começo, uma vez que Deus começou com um homem e uma mulher, a segunda geração não teve outra escolha a não ser o casamento entre si.
Resposta: A Bíblia não relata especificamente quem foi a esposa de Caim. A única resposta possível é que a esposa de Caim tenha sido sua irmã, sobrinha ou sobrinha-neta, etc. A Bíblia não diz qual a idade de Caim quando matou Abel (Gênesis 4:8). Uma vez que eram ambos fazendeiros, eram provavelmente adultos, possivelmente já com suas próprias famílias. Adão e Eva certamente haviam tido mais filhos além de Caim e Abel na época
Como Adão e Eva foram os primeiros (e únicos) seres humanos, seus filhos não tinham outra escolha a não ser o casamento entre si. Neste ponto, Deus não proibiu o casamento dentro de uma mesma família; somente o fez muito mais tarde, quando já havia suficiente número de pessoas para que o casamento dentro da mesma família não fosse mais necessário (Levítico 18-6-18). A razão pela qual o incesto freqüentemente resulta em anormalidades genéticas nos filhos se explica no fato de que duas pessoas de genética semelhante (por exemplo, irmão e irmã), ao terem filhos, os expõem a uma maior probabilidade de defeitos genéticos, pois tanto o pai quanto a mãe têm os mesmos defeitos em seus próprios genes. Quando pessoas de famílias diferentes têm filhos, é altamente improvável que ambos tenham os mesmos defeitos genéticos. O código genético humano tem se tornado altamente “poluído” através dos séculos à medida que os defeitos genéticos vão se multiplicando, ampliando e sendo passados de geração
domingo, 12 de dezembro de 2010
Como o Natal Foi Introduzido Nas Igrejas.
COMO O NATAL SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.
As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.
Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."
As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.
Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."
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